Aiko Takeda

Texto 1:
Não se pode cortar o mal pela raiz
O bullying muitas vezes, é feito de forma inconsciente, por mais que ela seja algo “banal”. Praticamente todo mundo já praticou bullying comum colega ou amigo, por causa de um fato. Ele pode se manifestar a partir do momento em que a vítima interpreta aquela “brincadeira” como bullying, ou seja, para essa pessoa que fez uma má interpretação.
De acordo com psicólogos, as pessoas começam a se sentirem sozinhas em situações como essa quando não têm alguém para compartilhar ou até mesmo por vergonha. Logo, os problemas psiquiátricos vão se agravando ao passar do tempo com pensamentos de “morte”. E quando há pensamentos como esse, é difícil fazer com que a pessoa pense o contrário.
Estudos comprovam que uma das grandes causas do bullying estar se agravando cada vez mais, é o fato de existir a tal da “internet”. Pelo simples ato de clicar em “anônimo”, a pessoa cria um perfil no qual, praticamente ninguém, descubra quem está por trás das ações. E sim, há como fazer denúncias, de forma simples e rápida. No entanto, ninguém se manifesta por causa do medo de se tornarem vítima, perseguidas ou em alguns casos, serem assassinadas por um ato considerado “errado” pelo praticante.
Realmente, não há como acabar com o bullying ou “cortar o mal pela raiz”, mas pelo menos pode-se diminuir a porcentagem dos casos de bullying e/ou suicídio com atos simples.



Texto 2:
Como amenizar a questão do bullying
O termo “bullying” surgiu recentemente, na década de oitenta na Noruega a partir de três suicídios de crianças entre dez e quatorze anos por causa de maus tratos por parte de colegas. Por isso não é surpresa ouvir pessoas mais velhas chamando o bullying de “frescura”, pois na época, não era conhecimento do que seria isso. No entanto, não devemos simplesmente deixa-lo de lado como se fosse uma “brincadeirinha” ou uma “zoação” feita pelos colegas.
A cada dia, crianças e, principalmente, adolescentes cometem suicídio por conta do bullying. Podemos dizer que uma das causas da prática do bullying é o uso da internet, utilizada como uma “barreira” que oculta a pessoa e que a mesma se sinta mais “segura” e “confiante” para fazê-lo. A falta de diálogo entre filhos e alunos; a criação de propagandas contra a prática do bullying também podem levar um adolescente a cometer suicídio.
Com o investimento em propagandas, o governo ajuda na conscientização de crianças e de jovens a não praticar o bullying. Nos tempos contemporâneos, a falta de diálogo torna-se cada vez mais necessário o contato humano. Pais e mestres devem ter uma relação constante, regular com os seus jovens; pois o psicológico é o mais afetado e ter alguém para conversar, desabafar sobre os problemas, e aconselhá-lo, é muito satisfatório para a mesma. Vários pais que tiveram seus filhos suicidados, muitos se arrependem de não ter tido tempo para conversar com o filho.
Tem-se como objetivo, o fim do bullying, e há várias maneiras para tal. Não devemos deixar com que o futuro de nosso país seja acabado por uma “brincadeirinha” feita por colegas e mal interpretada pelo que recebeu a ação.


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