Alison Okuhira, João Gabriel de Arruda e Izabelle Vicência
Texto 1:
O
bullying, apesar de ser feito as escondidas , ocorre de forma bem recorrente
nas escolas e eu como um estudante,não
pude deixar de perceber esse atos tão frequentes,mas só fui dar real
importância somente neste ano,no mês de combate ao bullying percebendo como ele
é perigoso e mesmo o sendo,ainda ocorre tão usualmente.
Esse
mesmo mês me fez lembrar de um fato que occoreu com um amigo meu. Nós éramos da
mesma classe e ele tinha alguns problemas como déficit de atenção,não conseguia
ficar quieto e falava de um jeito
‘’engraçado’’ e por causa dessas diferenças era zuado por todos da classe.
Davam a ele apelidos e xingamentos e a única coisa que fazia era escuta- ló e
dizer que em algum momento iria melhorar e que aquilo iria acabar.
Passados
um ano,percebi que aquilo que fiz não era tudo que poderia fazer,percebi que
poderia ter feito sempre algo a mais para que aquilo parasse;pais,professores
ou direção da escola, qualquer um poderia ter dado uma ajuda para que
pudéssemos acabar com aquilo,mas tudo que fiz foi apenas ESCUTAR.
Hoje,com meu amigo bem e principalmente VIVO,não deixo de contar essa história
para as pessoas que vem conversar comigo e dou dicas de como poderiam ajudar
pessoas como meu amigo,pessoas que precisam de alguém em quem se apoiar,mas
também alguém que lute por elas e dessa forma evitam tragédias.
Texto 2:
Agressões físicas ou verbais repetitivas com a intenção de
denegrir, rebaixar ou intimidar o agredido. Essas são as características do
bullying,ato que pode ocorrer no trabalho,na escola e até mesmo no meio
familiar e gera graves problemas tanto para o agressor como para o agredido.
Uma das
formas mais comuns do bullying é o que acontece no ambiente escolar, onde as
formas de agressão entre os alunos são os mais variados e podem acontecer em
quase todos os níveis da fase escolar,se caracterizando por
xingamentos,apelidos e até mesmo agressões físicas contra os agredidos causando
desde transtornos de ansiedade,falta de apetite,baixa no rendimento escolar
,depressão e em casos extremos pensamentos destrutivos como o suicídio.
Com
isso, percebemos um grande leque de problemas, como a falta de conhecimento
acerca do bullying pelo familiares da vitima e também a falta de dialogo que é
essencial para se combater o bullying, além da falta de ética por parte dos
agressores que mesmo sabendo dos malefícios para ambos os lados,continua a ser
o ‘’bully’’.
Apesar disso devemos lembrar que os
agressores só ficam dessa forma por terem famílias desestruturadas e sem
afetividade, o que mostra uma clara dificuldade na resolução do problema, já
que ele se encontra na base familiar dando continuidade ao bulllying que existe
desde muito tempo e até hoje não possui uma previsão para o seu término,apenas
uma nova nomenclatura, e que mesmo com uma legislação contra sua prática e a
consciência de que isso não deve ser feito ao ser reforçado pelas instituições
de ensino,ele continua a ser praticado e a prejudicar várias pessoas em larga
escala.
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