Gabrielle Mariot e Ingrid Martins
Texto 1:
O bullying é um assunto muito delicado para tratar. Inúmeros adolescentes passam por essa terrível agressão, que pode ser física ou verbal, é repetitiva e causada por um ou mais agressores. O motivo poder ser intolerância religiosa, desigualdade de gênero, racismo ou outras características.
Esse fato não é novo, sempre existiu. Atualmente, o ato é bem presente nas escolas, mesmo com mecanismos de prevenção. O número de depressões e suicídios aumentam cada vez mais, gerando desespero nos pais.
A maioria das vezes, a vítima sofre calada, porque tem medo de contar à alguém, se a agressão for física, é possível a identificação, porém se for verbal e o jovem não demonstrar sintomas, fica difícil perceber.
O agressor pode fazer isso por conta de problemas em casa e esse ser o único jeito para sair por cima, mas causa grandes problemas na vida do outro, como o baixo rendimento escolar, isolamento, depressão e até o suicídio.
Texto 2:
Não é um problema pessoal, estadual ou federal, é um problema mundial.Em um ambiente escolar, o bullying muitas vezes, é tratado como uma brincadeira e não é visto com seu real grau de perigo.
Quem nunca viu um grupo de meninas fofocando? Uma brincadeira de mal gosto dos meninos? Ou a exclusão feita pelos vários grupos na escola? Você já participou de algum deles?
O que normalmente ocorre em uma sala de aula é que o agressor tem um público que ri da situação, se alguém o penalizasse imediatamente não o incentivaria a continuar com essa atitude. Esse intermédio deveria ser sempre feito pelo professor, como autoridade na sala, deveria ser o primeiro a mostrar respeito e nenhuma tolerância.
A vítima, que geralmente é tímida e por isso se caracteriza como "alvo fácil", dificulta mais ainda uma chance de reação e casualmente escondem que estão sendo agredidas.
E é em casa que mora o problema, pois essas desavenças são conflitos que muitos pais ensinam a resolverem de forma educada e pacífica, mas muitos não o fazem. Então você já conversou com o seu filho hoje?
O bullying é um assunto muito delicado para tratar. Inúmeros adolescentes passam por essa terrível agressão, que pode ser física ou verbal, é repetitiva e causada por um ou mais agressores. O motivo poder ser intolerância religiosa, desigualdade de gênero, racismo ou outras características.
Esse fato não é novo, sempre existiu. Atualmente, o ato é bem presente nas escolas, mesmo com mecanismos de prevenção. O número de depressões e suicídios aumentam cada vez mais, gerando desespero nos pais.
A maioria das vezes, a vítima sofre calada, porque tem medo de contar à alguém, se a agressão for física, é possível a identificação, porém se for verbal e o jovem não demonstrar sintomas, fica difícil perceber.
O agressor pode fazer isso por conta de problemas em casa e esse ser o único jeito para sair por cima, mas causa grandes problemas na vida do outro, como o baixo rendimento escolar, isolamento, depressão e até o suicídio.
Texto 2:
Não é um problema pessoal, estadual ou federal, é um problema mundial.Em um ambiente escolar, o bullying muitas vezes, é tratado como uma brincadeira e não é visto com seu real grau de perigo.
Quem nunca viu um grupo de meninas fofocando? Uma brincadeira de mal gosto dos meninos? Ou a exclusão feita pelos vários grupos na escola? Você já participou de algum deles?
O que normalmente ocorre em uma sala de aula é que o agressor tem um público que ri da situação, se alguém o penalizasse imediatamente não o incentivaria a continuar com essa atitude. Esse intermédio deveria ser sempre feito pelo professor, como autoridade na sala, deveria ser o primeiro a mostrar respeito e nenhuma tolerância.
A vítima, que geralmente é tímida e por isso se caracteriza como "alvo fácil", dificulta mais ainda uma chance de reação e casualmente escondem que estão sendo agredidas.
E é em casa que mora o problema, pois essas desavenças são conflitos que muitos pais ensinam a resolverem de forma educada e pacífica, mas muitos não o fazem. Então você já conversou com o seu filho hoje?
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