João Pedro e Gabriel Quanz

Texto 1:
O  bullying nunca fica de recuperação
A palavra bullying tem origem americana,mas cada vez mais tem ganhado o vocabulário do brasileiro,que a usa para descrever um ato de violência física, mas  o que pouca gente sabe é que o bullying por agressão física não chega nem à metade do bullying praticado nas entrelinhas, o bullying praticado no silêncio, sem ninguém  saber,o bullying emocional ou verbal.
Pesquisas feitas a partir de entrevistas anônimas, mostram que mais de 40% das pessoas que já saíram do ambiente escolar, já sofreram ou praticaram o bullying e até mesmo pessoas que faziam os dois.Tais praticas deixam inúmeras seqüelas emocionais principalmente.
O agressor(praticante do bullying), geralmente vem de uma família ou histórico problemático, ou seja, a pessoas sofre com opressões e palavras de derrota dentro de sua casa,precisando assim descontar em alguém que seja propício a tais agressões, alguém cujo comportamento seja tímido e aceite tudo de forma silenciosa.
Uma pessoa que sofre bullying pode apresentar muitas características como: uma forte depressão, o isolamento da sociedade,busca cada vez mais ficar ‘na sua’, pode levar também a problemas físicos como: enxaqueca, náuseas fortes, e com seu agravamento, ate o suicídio.
O bullying nas escolas tem crescido muito nos últimos anos,tendo que tal ambiente é muito favorável para atitudes de repressão, pois os agressores se vêem longe de casa e para se aparecerem mostram seu poder através do bullying, tais atitudes, na maioria das vezes é tratado como uma aceitação dentro de tal meio.



 Texto 2:
O bullying de forma real
“Bullying é toda agressão verbal ou física”, essa frase é uma velha conhecida de muita gente,as vezes muito repetitiva e inconveniênte,mas com muito conteúdo dentro de seu significado, muitas pessoas feridas emocionalmente e físicamete.
Tal prática sem sentido, vem sendo cada vez mais aderida pelo público jovem, nos quais vêem como uma maneira de depositar suas angustias e inseguranças nos outros, deixando-os abalados emocionalmente.
Após essa rápida introdução,lá estava eu em uma aula de biologia corriqueira,quando a professora,conta brevemente que um grupo de amigas no qual sua filha estava inserido(na faixa etária de 8 anos), resolve excluir uma de suas integrantes, apenas porque não possuía celular,então a filha resolve contar para a mãe tal acontecimento, então no dia seguinte a professora vai conversar com as meninas de tal grupo, nas quais ficam se graça com tal acontecimentos e também se arrependem após a conversa que tiveram com a professora.Tal testemunho leva-nos a pensar que o bullying já nasce de forma intensa conosco,pois o ser humano tende a ser egoísa, manipulador e de excluir aqueles que não o agradam.
No reino animal também possuímos algumas formas de bullying, nas quais são instintivas, como a exclusão de um leão velho que não serve mais para comandar, a busca por domínios territoriais, nas quais as espécies brigam entre si e a perdedora sai excluída.No caso dos humanos é a mesma coisa, lutas desenfreadas por poder e descarregamento de suas lástimas nos outros,a única diferença é que os animais não raciocinam que isso é prejudicial, e sim faz parte de sua sobrevivência, já os humanos conseguem raciocinar e mesmo assim  praticam atitudes por querer e também para se aliviar, mas que só leva à desunião.

Portanto, o bullying deve ser combatido, não apenas com campanhas, mas sim com castigos severos e dentro de tais castigos, a implementação de conscientizações reais e pesadas, nas quais os façam refletir.

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